Dra. Juliana Lusvarghi

Cirurgias de Mama

Redução de Mama em L: mamoplastia redutora com a Dra. Juliana Lusvarghi

Realizo a redução de mama em L, uma técnica de mamoplastia redutora que permite diminuir o volume das mamas, remover o excesso de pele e remodelar os tecidos. Meu planejamento considera as proporções corporais, a posição das aréolas e as características individuais de cada paciente.

Foto de apoio da hero reutilizada da LP original — 1Foto de apoio da hero reutilizada da LP original — 2Foto de apoio da hero reutilizada da LP original — 3

+1.500cirurgias realizadas

CRM-SP 153.624RQE 98.516

O que é Redução de Mama em L?

Redução do volume mamário

Removo o excesso de tecido mamário e gordura conforme a necessidade da paciente. A quantidade retirada depende do volume inicial, das proporções corporais, das condições dos tecidos e do planejamento cirúrgico.

Reposicionamento e remodelação das mamas

Durante a cirurgia, reorganizo os tecidos remanescentes e reposiciono as aréolas quando necessário. Meu objetivo é obter um formato proporcional, considerando a sustentação dos tecidos e os limites anatômicos.

Cicatriz planejada em L

A cicatriz costuma contornar a aréola, seguir verticalmente até o sulco mamário e apresentar uma extensão horizontal para um dos lados. Esse desenho diferencia a técnica em L da cicatriz em T invertido, mas nem todas as pacientes apresentam condições anatômicas favoráveis à sua utilização.

Como funciona a cirurgia de Redução de Mama em L?

Antes de indicar a mamoplastia redutora, avalio o volume das mamas, a quantidade de pele, a posição das aréolas e a qualidade dos tecidos. Também considero o histórico clínico, os desconfortos físicos e as expectativas da paciente para definir o planejamento cirúrgico.

Durante a cirurgia, removo o excesso de tecido, gordura e pele, reorganizo as mamas e reposiciono as aréolas quando necessário. A escolha da técnica em L depende da anatomia, da preservação dos tecidos e da quantidade de pele que é preciso remover, podendo indicar outra abordagem conforme o caso.

Fotografia ilustrativa para a seção Como funciona de Redução de Mama em L

Motivações para realizar a Redução de Mama em L

O excesso de volume mamário pode provocar desconfortos físicos, dificuldades durante atividades cotidianas e insatisfação com a proporção das mamas. Algumas pacientes procuram a mamoplastia redutora por uma combinação dessas razões.

Dores nas costas, no pescoço e nos ombros

Mamas volumosas podem contribuir para desconfortos musculoesqueléticos. Durante a avaliação, procuro entender a localização, a intensidade e a frequência das dores, considerando também outras possíveis causas.

Marcas das alças do sutiã nos ombros

O peso das mamas pode aumentar a pressão das alças sobre os ombros, provocando marcas profundas e incômodos durante o uso prolongado do sutiã.

Assaduras e irritações abaixo das mamas

O contato entre a pele das mamas e a região do sulco inframamário pode favorecer atrito, umidade e episódios de irritação. Essas queixas merecem avaliação, especialmente quando são recorrentes.

Dificuldade para praticar atividades físicas

O volume e a movimentação das mamas podem dificultar exercícios, corridas e outras atividades, mesmo com o uso de peças de sustentação adequadas.

Excesso de volume e sensação de peso

Algumas pacientes relatam sensação constante de peso nas mamas, dificuldade para encontrar roupas confortáveis ou incômodo durante movimentos e atividades do dia a dia.

Flacidez e assimetria mamária

A mamoplastia redutora também pode ser considerada quando existe excesso de volume associado à flacidez, à queda das mamas ou a diferenças importantes de tamanho e formato.

Considerações antes da Redução de Mama em L

As queixas ajudam a compreender o motivo da consulta, mas não determinam isoladamente a indicação cirúrgica. Avalio o histórico clínico, as condições de saúde, a estabilidade do peso e as características dos tecidos. A redução pode melhorar desconfortos associados ao peso das mamas, sem garantir a eliminação de dores ou problemas de pele que tenham outras causas.

A técnica deixa cicatrizes ao redor da aréola, na vertical e com uma extensão no sulco mamário. Sua evolução, os riscos e a possibilidade de alterações na sensibilidade ou na amamentação precisam ser considerados no planejamento.

Dra. Juliana Lusvarghi

O que está incluído no plano operatório?

Profissional de saúde analisando documentos e exames — imagem ilustrativa.

Planejamento individualizado

Avalio a anatomia, o histórico clínico, os exames e as expectativas para definir a indicação e a estratégia do tratamento. Na consulta, explico as possibilidades, as limitações e os riscos envolvidos.

Detalhe de avaliação clínica com estetoscópio durante uma consulta, sem rostos visíveis — imagem ilustrativa.

Acompanhamento da recuperação

Acompanho a recuperação em consultas programadas, ajustando as orientações conforme a evolução de cada paciente.

Detalhe de mãos segurando uma garrafa e um copo de água em casa — imagem ilustrativa.

Orientações e cuidados

Forneço orientações sobre os cuidados com a região tratada e o retorno gradual às atividades, ajustando as recomendações conforme o procedimento e a recuperação individual.

Perguntas frequentes sobre Redução de Mama em L

Como ficam as cicatrizes?

Na redução de mama em L, as cicatrizes ficam ao redor da aréola, seguem verticalmente até o sulco mamário e apresentam uma extensão horizontal para um dos lados. Seu comprimento varia conforme o volume das mamas, a quantidade de pele removida e o planejamento cirúrgico. Nos primeiros meses, as cicatrizes podem apresentar vermelhidão, firmeza e alterações de sensibilidade, que evoluem durante o processo de maturação. Durante o acompanhamento, avalio a cicatrização e oriento os cuidados necessários, considerando que o aspecto final depende das características individuais de cada paciente.

Quais riscos precisam ser considerados?

Como qualquer cirurgia, a mamoplastia redutora envolve riscos como sangramento, infecção, alterações de cicatrização, assimetrias, mudanças de sensibilidade e, em casos mais graves, comprometimento da circulação de sangue nos tecidos. A cirurgia também pode afetar a capacidade futura de amamentar. A recuperação e os resultados dependem da anatomia, da extensão da cirurgia, da cicatrização e dos cuidados pós-operatórios.

Qual a diferença entre redução em L e em T invertido?

Na técnica em L, a extensão horizontal da cicatriz segue para um dos lados do sulco abaixo da mama. No T invertido, segue para ambos os lados. A escolha depende do volume, da flacidez, da distribuição de pele e da remodelação necessária. Em mamas com excesso importante de pele ou necessidade de remodelação extensa, o T invertido pode ser mais adequado. A menor extensão da cicatriz, sozinha, não determina a melhor técnica.

Qual a diferença entre redução de mama e mastopexia?

A redução tem como principal objetivo diminuir o volume por meio da retirada de tecido, gordura e pele. A mastopexia busca principalmente levantar e remodelar as mamas, tratando a flacidez e a posição dos tecidos, sem necessariamente reduzir muito o volume.

Quanto tempo demora uma cirurgia de redução de mama?

A duração depende do volume das mamas, da quantidade de tecido que precisa ser removida, da técnica escolhida e da complexidade da remodelação. Como referência geral, a mamoplastia redutora costuma durar de 3 a 4 horas, e o tempo exato é definido no planejamento individual.

Como é a recuperação e quando posso retomar as atividades?

Em geral, a alta ocorre no mesmo dia ou após uma noite de internação. Nos primeiros dias, oriento repouso relativo, sutiã cirúrgico e movimentação cuidadosa dos braços. Atividades leves e trabalhos sem esforço físico têm como referência sete a 15 dias; musculação, impacto e exercícios de peitoral, quatro a seis semanas. Caminhadas leves podem ter liberação anterior. Os prazos variam conforme a cicatrização, a atividade e a avaliação médica.

O que devo evitar depois da mamoplastia redutora?

Durante a recuperação inicial, oriento evitar carregar peso, realizar esforços físicos, fazer movimentos amplos ou repetitivos com os braços e dormir diretamente sobre as mamas, conforme as restrições de cada fase. A retomada dessas atividades depende da cicatrização e da liberação médica.

Quanto tempo preciso usar o sutiã cirúrgico?

O período de utilização varia conforme a técnica e a recuperação. Durante os retornos, avalio a cicatrização e a adaptação das mamas para orientar por quanto tempo o sutiã cirúrgico deve ser utilizado. Como referência geral, o uso costuma ficar em torno de 30 a 60 dias.

Qual é o peso ideal para fazer redução de mama?

Não existe um peso ideal único para todas as pacientes. Avalio estabilidade do peso, IMC, condições clínicas, volume mamário e fatores que podem aumentar os riscos cirúrgicos. Em alguns casos, mudanças no peso podem fazer parte do planejamento antes da cirurgia.

A redução de mama pode alterar a sensibilidade dos mamilos?

Sim. A cirurgia pode provocar alterações temporárias ou permanentes de sensibilidade nas mamas, aréolas ou mamilos. O risco depende da técnica, das estruturas envolvidas e da resposta individual dos tecidos.

É possível amamentar depois de uma mamoplastia redutora?

A capacidade de amamentar pode ser preservada em algumas pacientes, mas também pode ser reduzida ou comprometida pela cirurgia. O resultado depende da técnica utilizada, da quantidade de tecido removido e da preservação das estruturas mamárias. Por isso, converso sobre planos de gestação e amamentação durante o planejamento.

As mamas podem voltar a aumentar depois da redução?

Sim. Gestação, mudanças de peso, fatores hormonais e envelhecimento podem modificar novamente o volume e o formato das mamas ao longo do tempo. A cirurgia não impede essas alterações futuras.

Quanto custa uma redução de mama em L?

Não existe um preço único para a mamoplastia redutora. O valor depende do planejamento individual, da técnica necessária, da complexidade da cirurgia, da estrutura hospitalar, da anestesia e da equipe. Após a consulta, consigo definir as necessidades do procedimento e apresentar um orçamento correspondente ao caso.

O atendimento é particular e pode haver cobertura pelo plano de saúde?

Não realizo atendimento por convênio. Consultas, planejamento e cirurgia são particulares. Eventual cobertura ou reembolso depende das condições contratuais e da análise da operadora. Queixas físicas ou indicação médica não garantem autorização ou reembolso; a equipe pode esclarecer as condições do atendimento.

Ambiente de espera com plantas e vista da cidade

Cuidado próximo da primeira conversa à recuperação

Para mim, a cirurgia plástica vai além do procedimento. Cada etapa importa, da primeira conversa à recuperação, com escuta, clareza, planejamento e acompanhamento próximo.

Conheça sua jornada

O que minhas pacientes dizem

Relatos que refletem a experiência, o cuidado e o acompanhamento ao longo da jornada cirúrgica.

Atendimento humanizado

“Atendimento humanizado e impecável, com uma equipe atenciosa, dedicada e presente em todo o suporte.”

Eduardo D.

Pré e pós-operatório

“Do primeiro contato pelo WhatsApp ao pós-operatório, a experiência foi acolhedora e acompanhada de perto.”

Fabiola N.

Segurança e resultado

“A consulta transmitiu segurança desde o início, a cirurgia foi tranquila e o resultado trouxe muita satisfação.”

Juliana G.

Clareza no atendimento

“A Dra. Juliana explicou cada etapa com calma, transmitiu confiança e contou com uma equipe gentil e acolhedora.”

Erika T.

Jornada completa

“O cuidado começou no agendamento e continuou em toda a jornada, com humanidade, dedicação e competência.”

Mariana C.

Organização e dedicação

“A organização, o atendimento e a dedicação da equipe tornaram a experiência acolhedora desde o primeiro contato.”

Patrícia F.

Confiança e bem-estar

“Do agendamento ao atendimento, o cuidado foi impecável, em um espaço moderno que transmite confiança e bem-estar.”

Carlos C.

Cuidado além da consulta

“A equipe oferece uma experiência que vai além da consulta e do encontro em sala cirúrgica.”

Juliana A.

Orientações da Dra. Juliana

Técnica, dedicação, naturalidade e elegância em cada resultado

Dra. Juliana Lusvarghi

Cirurgiã plástica

Formada no Hospital Heliópolis, em São Paulo, construí minha trajetória com dedicação e estudo, direcionando minha atuação às cirurgias de mama e contorno corporal, com planejamento individualizado e respeito aos objetivos de cada mulher.

Para mim, a cirurgia começa muito antes do centro cirúrgico: começa na escuta. Entender cada paciente, suas expectativas e o que realmente faz sentido para ela é parte essencial do processo.

Por isso, meu cuidado se estende por toda a jornada, com presença próxima, clareza nas decisões e atenção também no pós-operatório, sempre buscando resultados naturais, elegantes e fiéis à identidade de cada mulher.

Retrato da Dra. Juliana Lusvarghi
Sala de espera da Dēzi Clinic

Dēzi Clinic. Cuidado integrado em um só lugar

A Dēzi Clinic, na Vila Olímpia, foi criada pela Dra. Juliana Lusvarghi para oferecer um cuidado mais próximo, integrado e personalizado. Com 200m² e diferentes especialidades, reúne estrutura e equipe para acompanhar cada paciente do pré ao pós-operatório.

Saiba antes de decidir

Quais são os tipos de cirurgia de contorno corporal e quando cada procedimento é indicado?

As cirurgias de contorno corporal permitem tratar gordura localizada, excesso de pele, flacidez e alterações nas proporções do corpo. Conheça as diferenças entre lipoaspiração UGraft, lipoabdominoplastia, miniabdominoplastia, lipoenxertia glútea e as tecnologias Retraction e Morpheus8, além das abordagens utilizadas pela Dra. Juliana Lusvarghi em São Paulo.

Quais são os tipos de cirurgia de mama e como escolher o procedimento mais adequado?

As cirurgias de mama permitem aumentar, levantar, reduzir, remodelar ou retirar próteses de silicone, conforme as características e os objetivos de cada paciente. Conheça os cinco procedimentos realizados pela Dra. Juliana Lusvarghi, cirurgiã plástica em São Paulo, suas principais indicações e os cuidados envolvidos no planejamento e na recuperação.

Quais são as cirurgias plásticas masculinas e quando a ginecomastia e a Lipo HD são indicadas?

A cirurgia plástica masculina oferece procedimentos para tratar o aumento das mamas e remodelar o contorno corporal. Entre as possibilidades estão a cirurgia de ginecomastia, voltada ao tratamento do excesso de tecido mamário, e a Lipo HD masculina, indicada para gordura localizada e definição corporal. Conheça as diferenças, indicações e cuidados com a Dra. Juliana Lusvarghi, cirurgiã plástica em São Paulo.

Ver todos os artigos

Onde deseja sua consulta?

Dēzi Clinic · São Paulo

Rua Ramos Batista, 198 · Vila OlímpiaSão Paulo · SP

Fale conosco pelo WhatsApp

Preencha o formulário e nossa equipe entrará em contato.

Onde deseja sua consulta?

Solicitação Enviada com Sucesso!

Recebemos sua solicitação e nossa equipe entrará em contato em breve.

Você será redirecionado para o WhatsApp em 3 segundos...

Aguarde o redirecionamento automático.